Categoria: Sergipe

  • 795 vagas de emprego estão disponíveis por meio da plataforma GO Sergipe

    795 vagas de emprego estão disponíveis por meio da plataforma GO Sergipe

    Para se cadastrar na plataforma é preciso ter a senha do portal Gov.br, do Governo Federal, por meio do aplicativo para celular

    Nesta segunda-feira (6), o Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem), oferta 795 vagas de emprego na plataforma GO Sergipe – Geração de Oportunidade, iniciativa digital do Núcleo de Apoio ao Trabalho (NAT).

    Para se cadastrar na plataforma e aproveitar as oportunidades, é preciso ter a senha do portal Gov.br, do Governo Federal, por meio do aplicativo para celular.

    Quem precisar de apoio para fazer o cadastro ou para atualizar o currículo, pode buscar atendimento presencial no Núcleo de Apoio ao Trabalho (NAT), localizado na rua Santa Luzia, 680, bairro São José, em Aracaju, de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.

    É necessário levar documentos pessoais, comprovante de residência e, se tiver, currículo e certificados de qualificação. O atendimento é gratuito.

    Números

    Lançada em março deste ano, a ferramenta, que aproxima trabalhadores das empresas contratantes, atualmente, já tem mais de 27 mil trabalhadores cadastrados, 560 empresas parceiras com vagas cadastradas e 434 serviços ofertados aos sergipanos.

    Confira algumas das vagas disponíveis:

    Aracaju

    Pedreiro (5 vagas)

    Repositor de mercadorias (exclusiva PcD) (2 vagas)

    Técnico em automação industrial (2 vagas)

    Desenhista industrial gráfico (designer gráfico) (2 vagas)

    Auxiliar de mecânico de autos (1 vaga)

    Agentes, assistentes e auxiliares administrativos (1 vaga)

    Analista de marketing (1 vaga)

    Secretária (técnico em secretariado – português) (1 vaga)

    Ajudante de eletricista (6 vagas)

    Técnico em segurança do trabalho (1 vaga)

    Engenheiro eletricista (1 vaga)

    Caldeireiro montador (2 vagas)

    Eletricista de instalações industriais (8 vagas)

    Arquiteto urbanista (1 vaga)

    Vendedor de serviços (1 vaga)

    Empregado doméstico nos serviços gerais (1 vaga)

    Laranjeiras

    Auxiliar de limpeza (2 vagas)

    Recepcionista de hotel (1 vaga)

    Jardineiro (2 vagas)

    Piscineiro (1 vaga)

    Estância

    Motoristas de ônibus urbanos, metropolitanos e rodoviários (1 vaga)

    Administrador de recursos humanos (1 vaga)

    Nossa Senhora do Socorro

    Reparador de equipamentos elétricos e eletrônicos (1 vaga)

    Carregador e descarregador de caminhões (4 vagas)

    Fonte: https://a8se.com/noticias/sergipe/795-vagas-de-emprego-estao-disponiveis-por-meio-da-plataforma-go-sergipe/

  • Linda Brasil defende criação de Política de Atenção à Saúde Mental Materna no Estado de Sergipe

    Linda Brasil defende criação de Política de Atenção à Saúde Mental Materna no Estado de Sergipe

    Em um contexto em que a saúde mental materna ainda é invisibilizada nas políticas públicas, a deputada estadual Linda Brasil (Psol) apresentou o Projeto de Lei nº 157/2025, que estabelece diretrizes para a criação da Política de Atenção à Saúde Mental Materna em Sergipe. A iniciativa reconhece os profundos impactos emocionais da gestação, do parto e do puerpério, que são fases em que mulheres e pessoas que gestam estão mais suscetíveis a transtornos psicológicos, e propõe um cuidado integral que vai além do acompanhamento físico, incluindo atenção psicossocial e acolhimento em situações de luto materno.

    De acordo com a parlamentar, o projeto nasceu da escuta do movimento Maio Furta-Cor, que atua em todo o país na luta pela criação de políticas públicas voltadas à saúde mental das pessoas que gestam.

    “Esse projeto nasceu da escuta do movimento Maio Furta-Cor aqui em Sergipe. E também nasceu da compreensão de que cuidar da saúde mental das mães é cuidar do futuro de toda a sociedade. A gestação, o parto e o puerpério são períodos intensos, cheios de transformações físicas, emocionais e sociais. E embora todos celebrem a chegada de uma nova vida, nem sempre se fala dos sofrimentos silenciosos e invisíveis que muitas mulheres e pessoas que gestam enfrentam nesse processo”, afirmou a parlamentar.

    A saúde mental materna é um aspecto fundamental do cuidado integral à pessoa que gesta, mas ainda enfrenta grande invisibilidade nas políticas públicas. Muitas pessoas que gestam enfrentam sozinhas transtornos como ansiedade, depressão pós-parto e luto gestacional, sem uma rede estruturada de acolhimento e acompanhamento multiprofissional, o que compromete a vida das e dos gestantes, dos bebês e de toda a família.

    A urgência desse projeto se revela em histórias como a de Priscila Neres, atendente de telemarketing, moradora da periferia e mãe solo de uma menina de seis anos. Ela relata a difícil experiência com a depressão pós-parto.

    “Quando a gente passa por isso, a gente se assusta, sente muito medo, porque é algo muito novo, que não é falado, não é normalizado. Eu fiquei muito tempo sozinha, sem conseguir dividir esses sentimentos com ninguém, porque parecia que nem eu mesma entendia o que estava sentindo. Busquei ajuda no SUS, mas não consegui atendimento imediato e senti que os profissionais não estavam preparados. Depois, consegui um atendimento na UFS, com um psicólogo que me ouviu com sensibilidade e me ajudou, junto com o acolhimento que recebi no terreiro de Candomblé. Esses dois pilares foram fundamentais para eu sair da depressão. Mas sei que muitas mulheres não têm essa oportunidade e isso é desesperador. Sem acolhimento, o risco de abandono e até de suicídio é real, e por isso esse projeto é tão necessário, urgente e importante”, relatou Priscila.

    Linda Brasil detalha que o projeto considera, inclusive, a repercussão desse adoecimento mental não só na pessoa que gesta, mas também no vínculo com o bebê e na dinâmica familiar.

    “O impacto na dinâmica familiar pode perpetuar ciclos de sofrimento e exclusão, e esse é um dos motivos pelos quais essa proposta é urgente”, completa Linda. 

    Entre as diretrizes previstas está a atenção humanizada e baseada em evidências, sensibilização da comunidade sobre a importância da rede de apoio, integração entre os serviços de saúde e garantia de acesso universal e equitativo aos atendimentos. Além disso, estabelece objetivos como capacitação de profissionais, criação de linha de cuidado específica, pré-natal e pós-natal psicológicos no SUS, uso de ferramentas de triagem, visitas domiciliares, aconselhamento profissional no pós-parto, atendimento prioritário em saúde mental e escuta qualificada em casos de luto gestacional ou neonatal.

    Representando o movimento Maio Furta-Cor, a psicóloga Carolina Geisel, ressaltou a importância do PL como um marco para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde mental materna.

    “Eu acho que é um marco para um movimento que vem crescendo no Brasil. Quando a gente gera atenção para as políticas públicas, a gente reconhece o direito de atender pessoas que gestam durante o período da maternidade. É muito importante ter o apoio da deputada para trazer cada vez mais essa discussão e reconhecer a necessidade de amparar publicamente as pessoas que gestam em relação à atenção à saúde mental”, pontuou Carolina.

    A psicóloga considerou ainda que, embora a depressão pós-parto seja bastante conhecida, existem outros quadros que precisam ser enfrentados, como a ansiedade durante a gestação e ao longo do processo de maternar. 

    “O adoecimento mental das pessoas que gestam é uma crescente no país. A gente precisa olhar para esses sintomas como uma necessidade de chamado de atenção e amparo em saúde pública”, concluiu.

    Fonte: https://al.se.leg.br/linda-brasil-defende-criacao-de-politica-de-atencao-a-saude-mental-materna-no-estado-de-sergipe/